terça-feira, 26 de agosto de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Novo blogue
Pessoal, estou me mudando para outro endereço de blogue: http://zanuz.wordpress.com. Não postarei mais no FUMACOME, portanto, mudem para lá também!
Abraços e até logo!
Abraços e até logo!
terça-feira, 27 de maio de 2008
Louco mundo louco?
Acredito que todos nós temos a tendência de imaginar que o que está acontecendo com o nosso mundo atual jamais havia acontecido antes. Provavelmente isso seja verdade, mas os historiadores sabem que instabilidade é a marca da evolução humana. Talvez as turbulências atuais sejam ainda menos intensas do que as que abalaram o mundo nos séculos anteriores. Afinal AINDA não tivemos uma guerra mundial neste século XXI.
O ser humano não é muito melhor hoje do que era há 100 anos. Então, não duvidem de que haverá invasões e conflitos por motivos fúteis ou puramente econômicos (o que não deixa de ser fútil).
O petróleo está, hoje, sendo vendido na casa de US$ 120 por barril. É surpreendente que não tenhamos tido aumentos de preços de combustíveis internamente - provavelmente seja pela contínua desvalorização do dólar em relação ao real e/ou pelo fato dos preços dos combustíveis no Brasil já estarem em um patamar elevadíssimo, em comparação ao resto do mundo.
Mesmo assim, é sabido que coisa boa não deve sair disso aí. Assim como o petróleo, muitas outras commodities estão em preços recordes, tais como: soja, milho, trigo, carne, ferro e cobre. O caso do milho é bastante peculiar. O principal motivo do aumento do preço deste importantíssimo componente alimentar (pois, além do uso direto na alimentação humana, também é base para a alimentação de muitos animais de corte) é o uso do milho para a produção de etanol, nos Estados Unidos - o maior produtor mundial de milho.
A questão do etanol é outro divisor de águas. A Europa está mostrando-se contra os Estados Unidos na produção de etanol, pelos motivos acima explicados. Mas também está posicionando-se contra o Brasil na produção do etanol de cana-de-açúcar, pois alega que o país polui muito na produção da cana - o que não é de todo absurdo. Também estão alegando que o incremento na produção de cana-de-açúcar no Brasil está aumentando o desmatamento da Amazônia, pois o cultivo de alimentos precisa ser feito em novas fronteiras agrícolas.
Estas informações não são totalmente incorretas. Mas eu não sou bobo de achar que esse é o verdadeiro motivo destas "pressões". Acredito que a Europa se mostra preocupada com o fato dos novos combustíveis não estarem sendo produzidos em seu território. Ou deve ter ainda outras questões relacionadas.
Falarei mais sobre aspectos influenciadores que estão ocorrendo no mundo.
O ser humano não é muito melhor hoje do que era há 100 anos. Então, não duvidem de que haverá invasões e conflitos por motivos fúteis ou puramente econômicos (o que não deixa de ser fútil).
O petróleo está, hoje, sendo vendido na casa de US$ 120 por barril. É surpreendente que não tenhamos tido aumentos de preços de combustíveis internamente - provavelmente seja pela contínua desvalorização do dólar em relação ao real e/ou pelo fato dos preços dos combustíveis no Brasil já estarem em um patamar elevadíssimo, em comparação ao resto do mundo.
Mesmo assim, é sabido que coisa boa não deve sair disso aí. Assim como o petróleo, muitas outras commodities estão em preços recordes, tais como: soja, milho, trigo, carne, ferro e cobre. O caso do milho é bastante peculiar. O principal motivo do aumento do preço deste importantíssimo componente alimentar (pois, além do uso direto na alimentação humana, também é base para a alimentação de muitos animais de corte) é o uso do milho para a produção de etanol, nos Estados Unidos - o maior produtor mundial de milho.
A questão do etanol é outro divisor de águas. A Europa está mostrando-se contra os Estados Unidos na produção de etanol, pelos motivos acima explicados. Mas também está posicionando-se contra o Brasil na produção do etanol de cana-de-açúcar, pois alega que o país polui muito na produção da cana - o que não é de todo absurdo. Também estão alegando que o incremento na produção de cana-de-açúcar no Brasil está aumentando o desmatamento da Amazônia, pois o cultivo de alimentos precisa ser feito em novas fronteiras agrícolas.
Estas informações não são totalmente incorretas. Mas eu não sou bobo de achar que esse é o verdadeiro motivo destas "pressões". Acredito que a Europa se mostra preocupada com o fato dos novos combustíveis não estarem sendo produzidos em seu território. Ou deve ter ainda outras questões relacionadas.
Falarei mais sobre aspectos influenciadores que estão ocorrendo no mundo.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Tendências para o Comércio Exterior Brasileiro (2)
Exportações
Sempre do outro lado da moeda, as exportações brasileiras vêm sofrendo fortes reveses, comparativamente às importações. Especialmente no último ano, o crescimento das importações tem sido 3 ou 4 vezes maior do que o das exportações. Até a segunda semana de março, o somatório de exportações brasileiras foi de US$ 6,722 bilhões, enquanto que as importações somaram US$ 6,354 bilhões, resultando em superávit de apenas US$ 368 milhões. O superávit de janeiro a março (até a segunda semana) de 2008 está 68,4% inferior ao de igual período de 2007.
De janeiro a março (2a semana) de 2008, comparativamente ao mesmo período de 2007, o crescimento das exportações foi de 19,9%, o que é representativo, já que a base era forte, mas as importações cresceram nada menos que 50% no período. Não por menos, o ministro do desenvolvimento, indústria e comércio exterior, Guido Mantega, antes tão confiante num superávit expressivo, ainda que inferior ao de 2007, agora fala em restrições ao investimento estrangeiro e desoneração das operações de câmbio de exportação, que, desde o início do ano, estavam sendo taxadas com o IOF.
Sinceramente, acho que estas medidas não são nem paliativas, são ineficazes. E, o principal motivo da perda de competitividade exportadora - a excessiva valorização do real frente ao dólar - certamente não está sendo afetado pelas ações governamentais.
Os dados relativos à balança comercial brasileira, até a segunda semana de março, podem ser visualizados neste link.
Mais uma vez, sem entrar na besteira de chorar sobre o leite derramado, penso que é hora do exportador brasileiro tentar tirar o máximo de proveito da situação. A despeito da geração de empregos internos, é importante termos consciência de que, em uma situação de elevada disparidade entre a cotação da moeda nacional comparativamente à principal moeda estrangeira, a geração de valor adicional pode ser a única saída para a manutenção da competitividade. E, quanto maior o peso da mão-de-obra sobre o custo do produto, menor é a competitividade.
Exemplificando, as empresas que conseguem automatizar ao máximo suas operações, tendem a ter menos impacto da mão-de-obra sobre o custo de seus produtos acabados. Um exemplo do agronegócio é a própria soja, que é praticamente totalmente mecanizada. Portanto, apesar da valorização do real, a soja brasileira continua competitiva. Claro que o aumento do preço internacional dessa commodity também ajuda. Sem sair do exemplo agrícola, a produção vitivinícola no Brasil tem sido afetada fortemente pelo efeito cambial, uma vez que é intensiva em mão-de-obra.
O grande problema é justamente a dificuldade em se repassar o "aumento" do custo da mão-de-obra, em dólares, cada vez que o Real se valoriza. Alguns custos fixos em reais nunca são reduzidos, como energia elétrica - na verdade, eles só aumentam.
Porém, a empresa que quer se manter competitiva tanto no mercado interno como no externo, precisa fazer de tudo para baixar seus custos. Uma excelente alternativa é lançar mão do DRAWBACK, já que muitas matérias-primas e insumos tornam-se mais baratos do que as alternativas nacionais, sem o acréscimo dos impostos. É uma forma de manter-se vivo no mercado internacional, e, de alguma forma, beneficiar-se também no mercado interno.
Outra saída menos positiva, no ponto de vista do emprego local, é terceirizar parte da produção em países onde os custos têm sido mais interessantes, como é o caso do extremo oriente, mas não somente lá. Eu imagino que essa alternativa é mais interessante no caso de expansão de linha, não simplesmente deixar de produzir aqui e passar a produzir fora. Porém, para alguns casos, é praticamente uma questão de sobrevivência produzir TUDO lá fora. O melhor exemplo que me vem à mente são os brinquedos. Outro bom exemplo é o setor de calçados de baixo preço.
A empresa pode optar por abrir uma fábrica no exterior. Ou, simplesmente, contratar um terceiro que produza em seu nome. Esta prática é chamada de outsourcing e está muitíssimo difundida no mundo inteiro. Afinal, não é melhor aproveitar sua marca conhecida e manter-se competitivo no mercado, do que desistir simplesmente e jogar fora todo o trabalho realizado até então?
Algumas destas medidas são certamente drásticas, mas o cenário interno não permite medidas suaves. Possivelmente o presidente e seus asseclas não imaginavam que esta seria a solução, mas eu acredito que eles não imaginavam nada - simplesmente pagaram para ver.
Detalhes sobre o funcionamento do Drawback podem ser encontrados aqui.
Sempre do outro lado da moeda, as exportações brasileiras vêm sofrendo fortes reveses, comparativamente às importações. Especialmente no último ano, o crescimento das importações tem sido 3 ou 4 vezes maior do que o das exportações. Até a segunda semana de março, o somatório de exportações brasileiras foi de US$ 6,722 bilhões, enquanto que as importações somaram US$ 6,354 bilhões, resultando em superávit de apenas US$ 368 milhões. O superávit de janeiro a março (até a segunda semana) de 2008 está 68,4% inferior ao de igual período de 2007.
De janeiro a março (2a semana) de 2008, comparativamente ao mesmo período de 2007, o crescimento das exportações foi de 19,9%, o que é representativo, já que a base era forte, mas as importações cresceram nada menos que 50% no período. Não por menos, o ministro do desenvolvimento, indústria e comércio exterior, Guido Mantega, antes tão confiante num superávit expressivo, ainda que inferior ao de 2007, agora fala em restrições ao investimento estrangeiro e desoneração das operações de câmbio de exportação, que, desde o início do ano, estavam sendo taxadas com o IOF.
Sinceramente, acho que estas medidas não são nem paliativas, são ineficazes. E, o principal motivo da perda de competitividade exportadora - a excessiva valorização do real frente ao dólar - certamente não está sendo afetado pelas ações governamentais.
Os dados relativos à balança comercial brasileira, até a segunda semana de março, podem ser visualizados neste link.
Mais uma vez, sem entrar na besteira de chorar sobre o leite derramado, penso que é hora do exportador brasileiro tentar tirar o máximo de proveito da situação. A despeito da geração de empregos internos, é importante termos consciência de que, em uma situação de elevada disparidade entre a cotação da moeda nacional comparativamente à principal moeda estrangeira, a geração de valor adicional pode ser a única saída para a manutenção da competitividade. E, quanto maior o peso da mão-de-obra sobre o custo do produto, menor é a competitividade.
Exemplificando, as empresas que conseguem automatizar ao máximo suas operações, tendem a ter menos impacto da mão-de-obra sobre o custo de seus produtos acabados. Um exemplo do agronegócio é a própria soja, que é praticamente totalmente mecanizada. Portanto, apesar da valorização do real, a soja brasileira continua competitiva. Claro que o aumento do preço internacional dessa commodity também ajuda. Sem sair do exemplo agrícola, a produção vitivinícola no Brasil tem sido afetada fortemente pelo efeito cambial, uma vez que é intensiva em mão-de-obra.
O grande problema é justamente a dificuldade em se repassar o "aumento" do custo da mão-de-obra, em dólares, cada vez que o Real se valoriza. Alguns custos fixos em reais nunca são reduzidos, como energia elétrica - na verdade, eles só aumentam.
Porém, a empresa que quer se manter competitiva tanto no mercado interno como no externo, precisa fazer de tudo para baixar seus custos. Uma excelente alternativa é lançar mão do DRAWBACK, já que muitas matérias-primas e insumos tornam-se mais baratos do que as alternativas nacionais, sem o acréscimo dos impostos. É uma forma de manter-se vivo no mercado internacional, e, de alguma forma, beneficiar-se também no mercado interno.
Outra saída menos positiva, no ponto de vista do emprego local, é terceirizar parte da produção em países onde os custos têm sido mais interessantes, como é o caso do extremo oriente, mas não somente lá. Eu imagino que essa alternativa é mais interessante no caso de expansão de linha, não simplesmente deixar de produzir aqui e passar a produzir fora. Porém, para alguns casos, é praticamente uma questão de sobrevivência produzir TUDO lá fora. O melhor exemplo que me vem à mente são os brinquedos. Outro bom exemplo é o setor de calçados de baixo preço.
A empresa pode optar por abrir uma fábrica no exterior. Ou, simplesmente, contratar um terceiro que produza em seu nome. Esta prática é chamada de outsourcing e está muitíssimo difundida no mundo inteiro. Afinal, não é melhor aproveitar sua marca conhecida e manter-se competitivo no mercado, do que desistir simplesmente e jogar fora todo o trabalho realizado até então?
Algumas destas medidas são certamente drásticas, mas o cenário interno não permite medidas suaves. Possivelmente o presidente e seus asseclas não imaginavam que esta seria a solução, mas eu acredito que eles não imaginavam nada - simplesmente pagaram para ver.
Detalhes sobre o funcionamento do Drawback podem ser encontrados aqui.
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segunda-feira, 10 de março de 2008
Capa de revista
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segunda-feira, 3 de março de 2008
Tendências para o Comércio Exterior Brasileiro (1)
Um título desses é perfeitamente cabível para uma tese de doutorado, de tão amplo e complexo que é. No entanto, apenas quero dividir algumas idéias que tenho em relação a este assunto, tão polêmico e controverso.
Importações
Considerando que a economia continue crescendo, ainda que em percentual reduzido, tendo em vista uma possível crise econômica norte-americana, é inevitável que as importações cresçam em velocidade muito maior do que as exportações. Apesar da crença (governamental) na manutenção do saldo da Balança Comercial em torno de US$ 35 bilhões, eu sinceramente acredito que o saldo será muito menor do que isso. Até porque a tendência é o volume de exportações estabilizar e até encolher, enquanto que as importações continuarão subindo de forma geométrica. Portanto, se houver um saldo final de +/- US$ 20 bilhões, em dezembro de 2008, não me surpreenderei.
Segundo informações divulgadas na Zero Hora, o saldo da balança comercial foi reduzido em 66,27% no acumulado do ano - janeiro e fevereiro -, caindo de US$ 5,415 bilhões em 2007 para US$ 1,826 bi. As importações cresceram 56,2% enquanto as exportações cresceram 19,7% em fevereiro. Considerando somente o mês de fevereiro, a queda do saldo da balança comercial foi de 69,6%.
As importações historicamente são marcadas principalmente pelas commodities agrícolas, como o trigo e petróleo, e pelos bens de capital - máquinas e equipamentos e veículos. No entanto, começam a pesar signficativamente as importações de vinhos, bens não-duráveis e eletro-eletrônicos. Efetivamente, torna-se questionável produzir aqui determinados itens que são imensamente mais baratos lá fora.
Na minha opinião, o momento é de seleção. Algumas empresas, com marcas de prestígio, podem perfeitamente focar sua produção em itens nos quais são competitivas e têm economia de escala. E importar o restante, para completar sua linha de produtos. Não vejo problema algum nas empresas combinarem manufatura E distribuição. Muitas vezes, perdem importantes oportunidades ao não lançar mão desta possibilidade.
Além disso, é um momento muito oportuno para se importar matérias-primas e insumos para a produção. Dependendo do produto, pode-se conseguir reduções de preços de mais de 20% do que os equivalentes nacionais. E, ainda por cima, existe a possibilidade do Drawback, para exportação.
Penso que é importantíssimo, neste momento, a redução das alíquotas de II de produtos de informática. É sabido que, apesar de representar importante arrecadação, o Imposto de Importação é, principalmente, um instrumento de controle das importações. No entanto, até os paralelepípedos das ruas sabem que o Brasil não produz absolutamente nada de informática, e precisa importar tudo. Em virtude da absurda carga de impostos que recai sobre os computadores, notebooks e afins, o acesso ao computador no Brasil é muito menor do que poderia ser, e, ainda mais grave, incentiva a prática de pirataria, contrabando e outros delitos. Pelo mesmo motivo, videogames, câmeras digitais e outros eletrônicos são contrabandeados sem dó nem piedade.
O crescimento das importações pode ser muito benéfico para o país.
Falarei sobre minhas opiniões sobre exportação no próximo post.
Importações
Considerando que a economia continue crescendo, ainda que em percentual reduzido, tendo em vista uma possível crise econômica norte-americana, é inevitável que as importações cresçam em velocidade muito maior do que as exportações. Apesar da crença (governamental) na manutenção do saldo da Balança Comercial em torno de US$ 35 bilhões, eu sinceramente acredito que o saldo será muito menor do que isso. Até porque a tendência é o volume de exportações estabilizar e até encolher, enquanto que as importações continuarão subindo de forma geométrica. Portanto, se houver um saldo final de +/- US$ 20 bilhões, em dezembro de 2008, não me surpreenderei.
Segundo informações divulgadas na Zero Hora, o saldo da balança comercial foi reduzido em 66,27% no acumulado do ano - janeiro e fevereiro -, caindo de US$ 5,415 bilhões em 2007 para US$ 1,826 bi. As importações cresceram 56,2% enquanto as exportações cresceram 19,7% em fevereiro. Considerando somente o mês de fevereiro, a queda do saldo da balança comercial foi de 69,6%.
As importações historicamente são marcadas principalmente pelas commodities agrícolas, como o trigo e petróleo, e pelos bens de capital - máquinas e equipamentos e veículos. No entanto, começam a pesar signficativamente as importações de vinhos, bens não-duráveis e eletro-eletrônicos. Efetivamente, torna-se questionável produzir aqui determinados itens que são imensamente mais baratos lá fora.
Na minha opinião, o momento é de seleção. Algumas empresas, com marcas de prestígio, podem perfeitamente focar sua produção em itens nos quais são competitivas e têm economia de escala. E importar o restante, para completar sua linha de produtos. Não vejo problema algum nas empresas combinarem manufatura E distribuição. Muitas vezes, perdem importantes oportunidades ao não lançar mão desta possibilidade.
Além disso, é um momento muito oportuno para se importar matérias-primas e insumos para a produção. Dependendo do produto, pode-se conseguir reduções de preços de mais de 20% do que os equivalentes nacionais. E, ainda por cima, existe a possibilidade do Drawback, para exportação.
Penso que é importantíssimo, neste momento, a redução das alíquotas de II de produtos de informática. É sabido que, apesar de representar importante arrecadação, o Imposto de Importação é, principalmente, um instrumento de controle das importações. No entanto, até os paralelepípedos das ruas sabem que o Brasil não produz absolutamente nada de informática, e precisa importar tudo. Em virtude da absurda carga de impostos que recai sobre os computadores, notebooks e afins, o acesso ao computador no Brasil é muito menor do que poderia ser, e, ainda mais grave, incentiva a prática de pirataria, contrabando e outros delitos. Pelo mesmo motivo, videogames, câmeras digitais e outros eletrônicos são contrabandeados sem dó nem piedade.
O crescimento das importações pode ser muito benéfico para o país.
Falarei sobre minhas opiniões sobre exportação no próximo post.
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De volta ao planeta
Triste é um blogueiro que não atualiza seu blog. Preguiça, falta de inspiração, muitas podem ser as desculpas. Mas espero fazer um "trabalho" melhor em 2008 e, principalmente, tentar ajudar alguém com informações úteis e relevantes.
E vamos lá!
E vamos lá!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Quase dois meses
São quase dois meses desde minha última postagem. Com certeza, continuo concorrendo firme ao prêmio de pior blogueiro do mundo! Não sei quem organiza a premiação, só sei que, pro primeiro lugar, é uma máquina de escrever, sem tinta.
Se eu disser pra vocês que eu fiz CURSO DE DATILOGRAFIA, quando tinha uns 11 anos, vão me chamar de velho. E podem chamar, afinal, 27 anos era praticamente a expectativa de vida de um homem no século XIX.
Escrevo isso de Bogotá, Colômbia, onde ficarei nesta semana (volto na quinta). Terça passada, voltei da Alemanha. Nem preciso dizer que estou destruidaço e cansadíssimo. Pior é que, depois que eu voltar, fico só duas semanas em casa, depois o bichinho no rabo já vai me atacar de novo - e irei à terra do Chaves e do Ligeirinho.
Dor de cabeça óbvia, devido à altitude de 2300 metros. Daqui a pouco eu me acostumo.
Assim que me DER NA VENETA (argh) escrevo de novo.
Se eu disser pra vocês que eu fiz CURSO DE DATILOGRAFIA, quando tinha uns 11 anos, vão me chamar de velho. E podem chamar, afinal, 27 anos era praticamente a expectativa de vida de um homem no século XIX.
Escrevo isso de Bogotá, Colômbia, onde ficarei nesta semana (volto na quinta). Terça passada, voltei da Alemanha. Nem preciso dizer que estou destruidaço e cansadíssimo. Pior é que, depois que eu voltar, fico só duas semanas em casa, depois o bichinho no rabo já vai me atacar de novo - e irei à terra do Chaves e do Ligeirinho.
Dor de cabeça óbvia, devido à altitude de 2300 metros. Daqui a pouco eu me acostumo.
Assim que me DER NA VENETA (argh) escrevo de novo.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Midwestern man

De dia é quase tão bonito quanto à noite...
Bueno... na verdade eu já estou quase deixando a terra das oportunidades... mas ainda posso dizer algo mais.
Domingo (9/9) eu cheguei em NY, e, como não podia fazer check-in no hotel antes das 15 horas (eu cheguei às 10 da manhã), aproveitei para dar um rolé na Big Apple. O tempo estava bom, apesar de MUITO quente e úmido. Foi divertido, pude rever a fantástica Times Square, dei umas bandas, fiz umas compras na JR*, enfim. Desta vez, fiquei num hotel no Queens, já que qualquer birosca em Manhattan custava 5 fortunas. No Queens, custava só 2 fortunas.
Fiquei em NYC até o dia 11/9 (sério). Chovia pracarai, e eu tinha que ir pra Chicago. Meu voo atrasou umas 2 horas em La Guardia, e, por isso, cheguei tri tarde no hotel (quase 2 da manhã). Só passei a noite lá, tinha uma visita a um cliente no dia seguinte e depois fomos (eu e o nosso representante) até Mishawaka, Indiana, de onde iríamos, no dia seguinte (13/9), para Sodus, Michigan, que ficava bem perto de lá.
De Sodus, fomos direto à Indianápolis, onde mora o representante. Passei a noite lá e na sexta, dia 14, zarpei de volta ao Brasil.
motivo do *: fiz a bobagem de despachar as coisas que eu tinha comprado na bagagem. E ainda por cima, sem cadeado. Quando cheguei no Brasil (tinha feito conexão em Miami), minhas malas não haviam sido embarcadas, por isso, deixei com o pessoal da TAM, meu endereço e dados para que eles me entregassem. Quando minhas malas chegaram, no domingo, adivinhem...
Por isso, NÃO DESPACHEM ELETRÔNICOS NA BAGAGEM! Perdi uns 350 dólares nessa brincadeira...
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
O'er the land of the free, and the home of the brave
Hi Folks!
Cá estou em terras tiosamenses. Pela quinta vez.
Cheguei no domingo, no JFK. Casualmente, foi a primeira vez que eu fui neste aeroporto. O bacana é que dá pra pegar metrô no JFK, coisa que não dá pra fazer no LaGuardia, nem em Newark (os outros dois aeroportos da Grande Maçã). Então, em vez de gastar uns 100 dólares de táxi do aeroporto até Manhattan, vai gastar 7 pratas. Legal, né? Só que, se tem muita bagagem, é meio difícil. Se é uma mala só, tranquilaço.
Terceira vez em New York. Não tem como não gostar dessa cidade, não mesmo. Viver lá deve ser meio complicado, concordo, mas pra visitar, é muito afu. Quando o cara chega em Times Square, só falta rolar as lágrimas. Ou, de repente, pode até rolar. O cara fica com alta sensação de "déjà vu", de tanto que a gente vê esta imagem na TV ou em filmes.
Tou sem tempo de escrever. Continuo os relatos mais tarde.
Cá estou em terras tiosamenses. Pela quinta vez.
Cheguei no domingo, no JFK. Casualmente, foi a primeira vez que eu fui neste aeroporto. O bacana é que dá pra pegar metrô no JFK, coisa que não dá pra fazer no LaGuardia, nem em Newark (os outros dois aeroportos da Grande Maçã). Então, em vez de gastar uns 100 dólares de táxi do aeroporto até Manhattan, vai gastar 7 pratas. Legal, né? Só que, se tem muita bagagem, é meio difícil. Se é uma mala só, tranquilaço.
Terceira vez em New York. Não tem como não gostar dessa cidade, não mesmo. Viver lá deve ser meio complicado, concordo, mas pra visitar, é muito afu. Quando o cara chega em Times Square, só falta rolar as lágrimas. Ou, de repente, pode até rolar. O cara fica com alta sensação de "déjà vu", de tanto que a gente vê esta imagem na TV ou em filmes.
Tou sem tempo de escrever. Continuo os relatos mais tarde.
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